Ravi’s Food Design Blog
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Nov
05

Já vestiu café com leite???

Fibra de café

 

Apesar de orgânico, o pó de café é dificilmente reutilizado ou levado a locais apropriados para reciclagem. Pensando em aproveitar este material, que normalmente se mistura ao lixo comum, a Singtex criou um tecido a partir das sobras de café.

O pó de café deixado nos filtros após a produção da bebida é transformado em roupas esportivas que chamam atenção pela inusitada confecção com o tecido chamado de S.Café. Com um processo similar ao da utilização de bambu em roupas, a ideia foi pensada há quatro anos pelo diretor geral do grupo, o taiwanês Jason Chen, e cientistas.

“Nós somos os pioneiros nesta tecnologia e estamos orgulhosos por nosso esforços poderem contribuir. Usamos um processo patenteado que transforma a borra de café em fios S.Café, que então produzem em muitos estilos de malhas e tecidos” Singtex.

 

Com secagem rápida e proteção contra raios ultravioletas, o tecido de café tem o apoio de grandes empresas na hora de coletar a sua matéria-prima, como a Starbucks, cafeteria internacional que contribui com cerca de 400 quilos de pó usado todo mês.

Além das peças leves e confortáveis da linha orgânica S.Café, a empresa também investe na produção de roupas com malha PET e feitas com fibra de coco. Taiwan, Estados Unidos, Japão e China são alguns dos países que já recebem mercadorias feitas com o tecido que além de ser fresco, tem um controle de odores.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/novos-tecidos-conheca-a-fibra-de-cafe

Mais infos em: http://www.singtex.com/products.aspx, http://www.scafe.com.tw/

Leite


A tecnologia atrelada à inventividade tem gerado bons resultados para uma vida mais sustentável. Novos produtos, novos conceitos e novas formas de gerar e gastar energia vêm movimentando o mundo e abrindo os olhos das pessoas para uma nova postura social, mais responsável, consciente e prática.

No vestuário, não poderia ser diferente. Tecidos inteligentes, reciclados e fibras naturais chegam às prateleiras com mais frequência, mudando o olhar do consumidor para um olhar de conhecedor. Um grande exemplo foi dado pela designer Dolores Piscotta.

Manteiga, leite e queijo. O que mais pode ser feito com leite? Com criatividade e tecnologia, meias e blusas! Inacreditável? Conheça o trabalho inovador de uma designer trabalhando com tecido produzido a partir das fibras do leite de vaca.

 

De leite, porém salgada: As blusas custam uma faixa de R$ 220,00 e deixam o tecido com um preço salgado / Foto: Divulgação

“É quase igual ao nylon ou seda, mas é puro leite” diz Piscotta. A coleção criada pela designer tem roupas e acessórios (disponíveis para venda no site da empresa) feitos com o especial tecido, que é conseguido através de um processo químico.

Para criar a fibra, o leite líquido é desidratado e as suas proteínas são extraídas e em seguida dissolvidas em uma solução. Para finalizar, estas proteínas são colocadas em uma máquina que as une, transformando-as em um extenso fio.

Cerca de 100 quilos de leite desnatado são necessários para fazer 3 quilos da fibra, razão pela qual o tecido ainda não decolou. No entanto, o material tem potencial: não possui corante, permite maior respiração da pele, contém aminoácidos benéficos para quem usa e é tão confortável e elegante quanto a seda.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/novos-tecidos-conheca-o-fio-de-leite

Out
28

Faz tempo que quero postar sobre essa casa de vinhos da Merus. Extraordinária. Reconheço que eu tenho muita simpatia por ambientes com referências rústicas refinadas, mas a qualidade do trabalho realizado pela Uxus Design é indiscutível.

A casa, em Napa Valley, na California, consegue mesclar perfeitamente o caloroso perfil californiano com modernidade.

A Uxus Design é de Amsterdam e, também, foi responsável pelo belíssimo trabalho nos bares da Heineken situados em aeroportos.

 

Veja mais

 

Out
23

Depois de um LONGO perído longe, estou de volta!!! As coisas não estão fáceis por aqui…

Trago pra vocês algumas iguarias do design com inspirações minimalistas. Produtos, no mínimo, intrigantes!

Prometo que não demoro pra postar de novo!!

Jogo de talheres de Arne Jacobsen

Mais

Jogo de jantar Bamboo de Tsuneyuki Fujioka

Mais

Röshults Grill 120 dos designers  Broberg & Ridderstråle

Mais

Set
25

Venho com duas ótimas dicas sobre embalagens.

A primeira é um concurso da Vitaminwater que permite os fãs do produto colaborem no design (sabor, configuração da embalagem, etc…) do próximo sabor a ser lançado. Participe clicando aqui

Saiba mais sobre a Vitaminwater clicando aqui.

A segunda dica é a seleção de 40 embalagens favoritas do The Dieline.

Set
09

Não é novidade, foi lançado no ano passado, mas me interessei bastante pelo Nest 8.

O produto foi desenvolvido para a Joseph Joseph pelo Morph, escritório inglês de alguns clientes gigantes.

Não posso negar que, primeiramente, me interessei apenas pela beleza do Nest 8,. Mas ao procurar saber mais sobre ele, pude ver que ele satisfaz necessidades importantes. Fazem parte do conjunto 4 copos de medida, 1 tijela pequena, 1 peneira, 1 escorredor e uma tijela grande.

Essa organização das partes cairia muito bem na minha apertada república…

Set
02

Fui surpreendido pela minha namorada (ver blog) com um presente: o livro Receita de mineiridade, a cozinha e a construção da imagem do mineiro da autora Mônica Chaves Abdala. Fiquei mais surpreendido ainda pelo conteúdo de livro. A autora demonstra os hábitos alimentáres mineiros como caracterísca mais marcante da mineiridade. Abdala faz análises históricas, semióticas, sociológicas e antropológicas, extremamente competentes, envolvendo aspectos da mineiridade, utensílios, arquitetura, processos de transformação cultural, entre outros.

É uma ótima aquisição para quem busca informações relacionadas aos alimentos e como as pessoas se comportam em torno dele.

COMPRE AQUI

Ago
20

Os interessados em Food Design – profissionais ou não – têm a chance de participar do workshop com o designer italiano Paolo Barichella, especialista que já desenvolveu projetos com a Ferrero, Pringles, Bonduelle e Perugina.
O workshop, com duração total de 20 horas, acontece de 27 a 31 de agosto no Istituto Europeo di Design, em São Paulo, abordando temas como história alimentar, análise mercadológica, produção do setor de design, tecnologia alimentícia e aspectos sensoriais.
Veja algumas criações de Paolo Barichella  apresentadas em exposições e feiras pela Itália, EUA, Rússia, entre outros países:

Os interessados em Food Design – profissionais ou não – têm a chance de participar do workshop com o designer italiano Paolo Barichella, especialista que já desenvolveu projetos com a Ferrero, Pringles, Bonduelle e Perugina.

O workshop, com duração total de 20 horas, acontece de 27 a 31 de agosto no Istituto Europeo di Design, em São Paulo, abordando temas como história alimentar, análise mercadológica, produção do setor de design, tecnologia alimentícia e aspectos sensoriais.

Veja algumas criações de Paolo Barichella  apresentadas em exposições e feiras pela Itália, EUA, Rússia, entre outros países:

‘Chocode’, criação do designer Paolo Barichella em conjunto com o confeiteiro Pierpaolo Magni

Tirado de: http://msn.onne.com.br/decoracao/materia/9694/food-design

Ago
20

Tobias Rehberger ganhou o prêmio Golden Lion de melhor artista  deste Verão na 53a Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza. Este ano, a Exposição é intitulada Making Worlds (Fare Mondi). Rehberger ganhou o prêmio pelo refeitório do Palazzo delle Exposizioni della Biennale, anteriormente conhecido como Pavilhão Italiano. O restaurante está aberto ao público, pelo menos até o fim da Biennale Art Exhibition (nov 22).

Rehberger chama a sua cafeteria de “Was du liebst, bringt dich auch zum Weinen” (Seja o que for que você ame, vai te trazer para os vinhos). É um espaço louco, retro,  justaposto com um emaranhado de formas e cores, com preto e branco como combinação tema. Ele têve a colaboração da Casa finlandesa de mobiliário Artek  que criou o espaço personalizado.

Exposição A Arte é parte integrante da venerável Bienal de Veneza , criada em 1895. A Bienal promove novas tendências artísticas e organiza eventos, incluindo o Festival Internacional de Cinema, a Exposição Internacional de Arte, a Exposição Internacional de Arquitectura, o Festival de Música Contemporânea, o Festival de Teatro  e o Festival de Dança Contemporânea.

Ago
17

Achei uma matéria animadora sobre valorização de produto local. Ela fala do Queijo Minas. Veja abaixo:

MG – Programa Queijo Minas Artesanal é referência no Sul do país
Belo Horizonte – Os bons resultados do Programa Queijo Minas Artesanal, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), anda atraindo a atenção de extensionistas rurais de outros estados do país. 

 

Uma equipe de oito técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) encerra nesta sexta-feira (31) uma visita ao Estado, com a finalidade de conhecer mais de perto as ações do programa da empresa pública mineira e a produção de um dos produtos mais típicos do estado mineiro: o queijo Minas.

 

“Esta visita é muito importante, pois estamos divulgando o programa fora de Minas e contribuindo para fortalecer no Brasil, a melhoria da produção de queijos artesanais de leite cru”, comemora o coordenador técnico estadual do Queijo Minas Artesanal , Albany Árcega. O coordenador técnico estadual acompanhou o grupo catarinense em visitas feitas nos municípios de São Roque, Medeiros, Rio Paranaíba, e Carmo do Paranaíba, para conhecer queijarias e produtores.

 

A intenção do grupo catarinense é implantar algo semelhante em Santa Catarina. Como o trabalho da Emater-MG é pioneiro no país, os técnicos vieram conhecer de perto a experiência mineira, saber mais da legislação vigente e visitar as regiões produtoras. “Viemos conhecer o projeto da Emater Minas pela tradição de produção de queijos que tem o Estado”, admite Ulisses Arruda, coordenador do Projeto Queijo Artesanal Serrano, da Epagri.

 

O Programa Queijo Minas Artesanal tem como foco a melhoria da qualidade do queijo Minas fabricado artesanalmente no Estado, por meio de ações de capacitação dos produtores, estímulo às boas práticas agropecuárias e de fabricação, além do incentivo ao cadastramento no Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). “O cadastramento no IMA significa que o produto está apto a ser comercializado no estado”, explica Albany.

 

Ao todo, segundo o coordenador estadual, 109 produtores já tiveram seus produtos cadastrados no IMA. A iniciativa, segundo Albany está presente em 46 municípios das regiões de Araxá, Canastra, Cerrado e Serro, tradicionais redutos do queijo Minas Artesanal. E a meta da Emater-MG é orientar nessa direção cerca de 240 produtores rurais por mês.

 

Para o presidente da Emater-MG, José Silva Soares, um dos grandes méritos do Programa Queijo Minas Artesanal é atuar no aprimoramento de um dos principais produtos da cultura mineira, contribuindo para agregar valor e segurança alimentar. “Preocupamos em preservar o que foi passado de geração a geração, mas ao mesmo tempo garantir segurança alimentar a um produto, que é feito de leite cru. Queremos garantir qualidade e assegurar mercados”, enfatiza.

 

Exemplo

O produtor Luciano Carvalho Machado, da Chácara Esperança, no município de Medeiros, sempre se dedicou a produção de queijo. Apesar disso, ele sentia “a necessidade de melhorar a qualidade do queijo e agregar valor ao produto”. Foi quando, ele e mais cerca de vinte produtores se uniram e formaram a Associação dos Produtores de Queijo de Medeiros (Aprocame), na região da Canastra.

 

Em 2002, com a criação do Programa Queijo Minas Artesanal da Emater-MG, os associados procuraram a empresa para saber mais das condições necessárias para que o queijo fosse cadastrado e vendido legalmente. “A adequação começou desde o curral até as queijarias. Fizemos exames, vacinação do gado, ajeitamos o curral para deixá-lo em produzir o leite. Também participamos de curso dado pela Emater de boas práticas de fabricação. Em 2005 conseguimos a legalização do IMA”, relembra Luciano Carvalho.

 

Hoje, o presidente da Aprocame fala que a diferença fundamental é a melhoria nas condições de vida dos associados e a consciência tranquila de produzir um alimento com qualidade. Devido ao modo artesanal de fazer, em sua propriedade por exemplo, a fabricação de queijo tem priorizado a estabilidade da produção. “Se aumenta muito a quantidade, se perde na qualidade”, ensina. Segundo Luciano, o preço do queijo cadastrado é até 10% maior que o não cadastrado.

 

Fonte: Governo de Minas Gerais

Ago
17

O Programa Minas  Artesanal é uma iniciativa da Secretaria de Estado Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA) em busca do desenvolvimento da agroindústria artesanal de alimentos e do artesanato rural de Minas Gerais. Esta ação conta com várias frentes, uma delas tem no design como ponto principal.

Os trabalhos relacionados ao design são feitos pelo Centro Design Empresa da Escola de Design da Univesidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), onde eu estudo.

Não estou envolvido com os trabalhos realizados, mas, como percebi que o tema tem muito a ver com a minha pesquisa de iniciação científica, acho que faz sentido participar de alguma maneira. Pretendo desenvolver uma espécie de análise, estudo de caso, relacionada ao Programa.

Como quase tudo que envolve o poder público, o programa caminha a passos lentos e burocráticos apesar da competente idaelização. Outro ponto contra é a dificuldade de capacitação da comunidade para oferecer um produto dentro dos padrões de um mercado mais universal. Faltam padronização, capacidade de manutenção do abastecimento… entre outros requisitos.

Por enquanto, não tenho foto melhor, mas aqui estão alguns produtos já desenvolvidos com intervenção gráfica:

Mais Informações

 

Abaixo, estão informações fornecidas pela Secretaria. Muito mal escrito, por sinal…

 

MINAS ARTESANAL  
  PROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DA AGROINDÚSTRIA ARTESANAL DE ALIMENTOS E DO ARTESANATO RURAL DE MINAS GERAISO Minas Artesanal tem o propósito de oferecer as bases para a inserção do agricultor familiar no mercado, investindo, além dos aspectos tecnológicos e de infra-estrutura, na profissionalização para o desenvolvimento de sua capacidade empreendedora e gestão dos negócios, que são fundamentais para se obter os atributos de qualidade desejados pelos consumidores.

Objetivo

O Minas Artesanal vai dar suporte à geração de renda familiar complementar, por intermédio de incentivo à industrialização de alimentos e de artefatos rurais, com característica artesanal. O programa será desenvolvido através do associativismo ou do cooperativismo.

Meios a serem utilizados

  • Capacitação de produtores e técnicos em tecnologia de processamento e gestão do empreendimento
  • Construção e reforma de unidades de processamento artesanal de alimentos
  • Estruturação e disponibilização de espaços físicos e canais de comercialização a serem designados, inicialmente, pela Associação Mineira de Supermercados – Amis.
  • Desenvolvimento de projeto de marketing dos produtos artesanais pela Escola de Design da Univesidade Estadual de Minas Gerais (UEMG)

Condições

  • Participarão do programa os agricultores familiares e artesãos rurais do estado de Minas Gerais

Parceiros

  • Amis e UEMG (Escola de Design)

Apoio

  • Emater-MG, IMA e Epamig